Bom dia!
Esta semana recebi um email da professora Andréa dizendo que ela só pode providenciar o extrato de clorofila, ela nos sugeriu procurar um professor de Química para tentar conseguir os materiais necessários. Semana que vem, se possível, iremos ao campus I pedir a ajuda há algum professor de Química e, se conseguirmos alguma ajuda, ver se será possível realizar a montagem da célula fotovoltaica.
Caso não consigamos realizar o experimento, iremos apresentar um trabalho didático, explicando como funciona uma célula fotovoltaica.
Obrigado por nos visitar e até a próxima!
quarta-feira, 27 de março de 2013
quarta-feira, 20 de março de 2013
Aguardando respostas.
Bom dia!
Semana passada mandamos um email para a professora Andréa Rodrigues Marques Guimarães do Campus I do Cefet-MG , ela respondeu dizendo que iria ver se era possível providenciar os materiais.
Portanto estamos aguardando uma resposta dela, pois vários dos produtos necessários para fazer a célula fotovoltaica necessitam de permissão judicial, que não temos, para serem comprados. Por isso esta foi a única maneira que encontramos para tentar adquirir os materiais.
Obrigado por nos visitar e até a próxima!
Semana passada mandamos um email para a professora Andréa Rodrigues Marques Guimarães do Campus I do Cefet-MG , ela respondeu dizendo que iria ver se era possível providenciar os materiais.
Portanto estamos aguardando uma resposta dela, pois vários dos produtos necessários para fazer a célula fotovoltaica necessitam de permissão judicial, que não temos, para serem comprados. Por isso esta foi a única maneira que encontramos para tentar adquirir os materiais.
Obrigado por nos visitar e até a próxima!
quarta-feira, 13 de março de 2013
Materiais necessários.
Bom dia!
Esta semana nós pesquisamos os materiais necessarios para construir a célula fotovoltáica utilizando extrato de clorofila como eletrólito. Enviamos um email à professora Andrea do campus I do CEFET-MG, que disse que poderia nos ajudar perguntando à algum professor de Química se os materiais poderiam ser disponibilizados, ela ficaria com o papel de produzir apenas o extrato de clorofila.
Segue abaixo a lista com os materiais necessários e as quantidades estimadas:
5,5g de Cloreto de Estanho;
5ml de HCl;
0,85g de Fluoreto de Amônia;
20ml de etanol 95%;
2 lâminas de microscópio de 1mm de espessura;
150mg de Dióxido de Titânio;
27,5ml de Peróxido de Hidrogênio 30%;
2,5ml de Hidróxido de Amônia;
solução de etileno glicol com 0,5 mol de Iodeto de Potássio e 0,05 mol de Iodo re-sublimado;
2ml de extrato de clorofila extraído por infusão em acetona.
Esta lista foi inspirada por um trabalho bem detalhado sobre as células fotovoltaicas realizado por um aluno de mestrado em Engenharia de Materiais da UNESP. Segue abaixo o link para visualizar o trabalho:
http://www.dfq.feis.unesp.br/pos/teses/disser-48.pdf
Estamos esperando a resposta da professora Andrea, não sabemos ao certo se todos os materiais poderão ser disponibilizados e se teriamos condições de realizar o experimento.
Em breve postaremos mais novidades, um bom dia a todos!!!
Esta semana nós pesquisamos os materiais necessarios para construir a célula fotovoltáica utilizando extrato de clorofila como eletrólito. Enviamos um email à professora Andrea do campus I do CEFET-MG, que disse que poderia nos ajudar perguntando à algum professor de Química se os materiais poderiam ser disponibilizados, ela ficaria com o papel de produzir apenas o extrato de clorofila.
Segue abaixo a lista com os materiais necessários e as quantidades estimadas:
5,5g de Cloreto de Estanho;
5ml de HCl;
0,85g de Fluoreto de Amônia;
20ml de etanol 95%;
2 lâminas de microscópio de 1mm de espessura;
150mg de Dióxido de Titânio;
27,5ml de Peróxido de Hidrogênio 30%;
2,5ml de Hidróxido de Amônia;
solução de etileno glicol com 0,5 mol de Iodeto de Potássio e 0,05 mol de Iodo re-sublimado;
2ml de extrato de clorofila extraído por infusão em acetona.
Esta lista foi inspirada por um trabalho bem detalhado sobre as células fotovoltaicas realizado por um aluno de mestrado em Engenharia de Materiais da UNESP. Segue abaixo o link para visualizar o trabalho:
http://www.dfq.feis.unesp.br/pos/teses/disser-48.pdf
Estamos esperando a resposta da professora Andrea, não sabemos ao certo se todos os materiais poderão ser disponibilizados e se teriamos condições de realizar o experimento.
Em breve postaremos mais novidades, um bom dia a todos!!!
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Encontrando e entendendo as limitações do projeto
Hoje
alguns membros do grupo se reuniram no Campus I com a professora Andrea
Guimarães para discutir algumas ideias do projeto e para obter algumas sugestões
e orientações com relação à montagem da célula e os materiais necessários para
isso.
Descobrimos
que alguns dos materiais necessários para a montagem da célula são de acesso
controlado, como o óxido de titânio e a acetona na concentração correta, e que
poderiam ser disponibilizados pelo CEFET-MG a partir do momento em que
estivermos certos das quantidades necessárias para a confecção, para isso ainda
precisamos pesquisar mais.
Além
disso, descobrimos também que a utilização da clorofila como meio condutor de
elétrons na célula não traria uma boa eficiência porque, como é um composto
orgânico, sofre decomposição após algum tempo fora da célula da planta,
diferentemente de outros materiais inorgânicos que são utilizados normalmente
em células fotovoltaicas. A solução para esse problema seria o desenvolvimento
de um corante que não sofresse decomposição e que mantivesse a proposta inicial
de uma forma de energia totalmente limpa, renovável, de baixo custo e de grande
eficiência, porém isso seria muito complexo e demandaria um conhecimento
técnico muito avançado.
No
entanto, percebemos que seria possível montar uma célula à base de clorofila
com eficiência limitada, que poderia manter ligado um circuito simples por
algum tempo, como de o de uma pequena lâmpada, por exemplo, e por isso, estamos
avaliando mudar o foco do projeto para a explicação do funcionamento da célula
por meio da construção dessa célula mais simples que ilustraria o objetivo do
grupo.
Ainda
esta semana teremos uma lista completa de todo o material a ser usado, com
quantidades exatas a serem utilizadas. Isso acarretará em um grande avanço em
nosso projeto. Em breve mais informações.
Agradecemos a visita!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Orientation - 50% done
Boa noite!
Nesta semana, tivemos pouco tempo para
continuar o desenvolvimento do trabalho por estarmos em época de provas. Entretanto, obtivemos avanços na comunicação com a professora Andréa , por meio
de contato por email, e pretendemos conseguir auxílio para a montagem da
célula. Além disso, com o término da paralisação das aulas de laboratório e a
contratação de um novo professor, tentaremos buscar os recursos necessários
para o projeto e para sua montagem. Amanhã, quinta feira, conversaremos pessoalmente com a professora Andrea e com os responsáveis pelo laboratório de Química do Campus I para finalmente organizarmos os materiais e os métodos da célula. Continuaremos postando links sobre o assunto
e novas informações sobre o desenvolvimento do projeto.
Agradecemos a visita!
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
E no meio do caminho tinha algumas várias pedras
Boa noite!
Essa semana novamente não foi tão
produtiva quanto esperávamos. Embora tenhamos conseguido o endereço de e-mail da
professora Andrea Guimaraes e enviado um e-mail a ela, não obtivemos
resposta até hoje (porém não a culpamos, inúmeros imprevistos podem ter ocorrido
e ainda não soubemos o que realmente aconteceu). Se até amanhã (quarta-feira)
não conseguirmos um resultado positivo, decidiremos em sala se procuraremos
outro biólogo para nos orientar ou se tentaremos novamente entrar em contato
com a professora Andrea. Quanto ao professor de laboratório de química,
deixamos a cargo de Ingrid e Rafael olhar com a professora deles. Hoje eles
foram ao Departamento de Química do Campus II e procuraram saber alguns materiais
que poderíamos conseguir do laboratório, mas conseguiram apenas uma placa de
chumbo (o que já um gasto a menos). Eles foram orientados a procurar no
laboratório de química do Campus I, já que, como lá há o curso superior de Química,
provavelmente haveria mais materiais disponíveis para o nosso projeto. Essa
semana ainda eles conversarão com os encarregados do laboratório do Campus I.
No próximo relatório semanal esperamos dar notícias positivas.
Em um dos posts anteriores, foi
perguntado por Marlon Nunes qual seria a forma de armazenar energia da nossa
célula fotovoltaica. Respondendo a essa pergunta: o sistema de armazenamento de
energia é o mesmo da célula solar usual. Na verdade, nosso objetivo não é mudar
completamente a célula fotovoltaica tradicional. Focaremos apenas na capitação
da energia solar, no melhoramento da eficiência dessa capitação e na utilização
de materiais de baixo custo-benefício. Portanto, nosso projeto será apenas a
célula, e não o painel por completo. Esperamos ter esclarecido sua dúvida,
Marlon!
Ainda nesta semana tentaremos
conseguir nossos (prováveis) orientadores fixos, sejam eles biólogos, químicos
ou da equipe do painel solar, além de conversarmos com alguém da equipe do
painel que esteja realmente
interessado em nos ajudar, uma vez que a última pessoa com quem supostamente conversaríamos não nos deu a devida atenção. Em breve traremos mais
novidades!
Agradecemos
a visita!
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Em busca de orientadores e colaboradores
Boa tarde!
O objetivo do grupo na última semana foi
procurar colaboradores para o projeto. Por indicação do nosso professor Paulo,
dois integrantes foram ao Campus I tentar algum tipo de contato com a Andréa
Guimarães, a qual é bióloga e pode ser de grande valia para o nosso trabalho,
sobretudo no que diz respeito ao aproveitamento da clorofila. Tentamos também
conversar com algum dos responsáveis pelo painel solar instalado no próprio
Cefet Campus II, mas também sem sucesso. Maíra e Haroldo ficaram de verificar
com o docente do laboratório de química (professor Marcos) quais materiais de
fato podem ser disponibilizados em prol do nosso projeto e, dependendo do que
conseguirmos, amenização dos custos e praticidade no desenvolvimento do
trabalho podem ser esperados. Enfim, há diversas pessoas que exercem algum tipo
de atividade no Cefet e que, se disponíveis e dispostas a colaborar conosco, podem
dar outra dinâmica a iniciativa proposta no início do semestre. Continuaremos
procurando essas pessoas e, além delas, nada impede que outras possam agregar a
pesquisa. Estamos otimistas para a próxima semana e esperamos trazer muitas
novidades.
Agradecemos
a visita!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Entendendo o efeito fotovoltaico
Em um dos links postados
anteriormente, há a explicação do princípio básico de nosso projeto: o efeito
fotovoltaico. Como esse é um assunto que não é totalmente compreendido pela
população (alguns até desconhecem sua existência), vamos tentar deixar bem claro
neste blog do que se trata o efeito fotovoltaico.
"Células fotovoltaicas são
fabricadas com material semicondutor, ou seja,
material com características intermédias entre um condutor e um isolante.
material com características intermédias entre um condutor e um isolante.
O silício apresenta-se
normalmente como areia. Através de métodos adequados
obtém-se o silício em forma pura. O cristal de silício puro não possui elétrons livres e,
portanto é mal condutor elétrico. Para alterar isto acrescentam-se porcentagens de
outros elementos. Este processo denomina-se dopagem. A dopagem do silício com o
fósforo obtém-se um material com elétrons livres ou materiais com portadores de carga
negativa (silício tipo N).
obtém-se o silício em forma pura. O cristal de silício puro não possui elétrons livres e,
portanto é mal condutor elétrico. Para alterar isto acrescentam-se porcentagens de
outros elementos. Este processo denomina-se dopagem. A dopagem do silício com o
fósforo obtém-se um material com elétrons livres ou materiais com portadores de carga
negativa (silício tipo N).
Realizando o mesmo processo, mas
agora acrescentado Boro ao invés de
Fósforo, obtém-se um material com características inversas, ou seja, falta de elétrons
ou material com cargas positivas livres (silício tipo P).
Fósforo, obtém-se um material com características inversas, ou seja, falta de elétrons
ou material com cargas positivas livres (silício tipo P).
Cada célula solar compõe-se de
camada fina de material tipo N e outra com
maior espessura de material tipo P.
maior espessura de material tipo P.
Separadamente, ambas as capas são
eletricamente neutras. Mas ao serem
unidas, na região P-N, forma-se um campo elétrico devido aos elétrons livres do silício
tipo N que ocupam os vazios da estrutura do silício tipo P. Ao incidir luz sobre a célula
fotovoltaica, os fótons chocam-se com outros elétrons da estrutura do silício
fornecendo-lhes energia e transformando-os em condutores. Devido ao campo elétrico
gerado pela junção P-N, os elétrons são orientados e fluem da camada “P” para a
camada “N”.
unidas, na região P-N, forma-se um campo elétrico devido aos elétrons livres do silício
tipo N que ocupam os vazios da estrutura do silício tipo P. Ao incidir luz sobre a célula
fotovoltaica, os fótons chocam-se com outros elétrons da estrutura do silício
fornecendo-lhes energia e transformando-os em condutores. Devido ao campo elétrico
gerado pela junção P-N, os elétrons são orientados e fluem da camada “P” para a
camada “N”.
Por meio de um condutor externo,
ligando a camada negativa à positiva, gerase
um fluxo de elétrons (corrente elétrica). Enquanto a luz incidir na célula, manter-seá
este fluxo.
um fluxo de elétrons (corrente elétrica). Enquanto a luz incidir na célula, manter-seá
este fluxo.
A intensidade da corrente
elétrica gerada variará na mesma proporção
conforme a intensidade da luz incidente.
conforme a intensidade da luz incidente.
Uma célula fotovoltaica não
armazena energia elétrica. Apenas mantém um
fluxo de elétrons estabelecidos num circuito elétrico enquanto houver incidência de luz
sobre ela. Este fenômeno é denominado “Efeito fotovoltaico”
fluxo de elétrons estabelecidos num circuito elétrico enquanto houver incidência de luz
sobre ela. Este fenômeno é denominado “Efeito fotovoltaico”
”
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Dando rumo ao projeto
Bom dia!
Esta foi uma semana de retomada das discussões
sobre o projeto após o recesso, pois três membros do grupo estavam fazendo o
vestibular da UFMG semana passada, o que impossibilitou a nossa reunião.
O grupo se reuniu para averiguar os materiais necessários
para fazer a célula fotovoltaica à base de clorofila, onde encontrá-los e seus
custos. Constatamos que os materiais são de baixo custo e podem estar
disponíveis até mesmo no laboratório de química do CEFET.
Também procuramos na internet novas páginas e
vídeos que pudessem nos ajudar a executar o projeto e postamos no blog. Essas
páginas nos ensinam a montar a célula e ajudam a explicar o seu funcionamento.
Estamos planejando conversar com o algum
membro do departamento de energias renováveis aqui do campus para que nos
auxilie a guiar o projeto. Outro passo a se realizar é descobrir a melhor
maneira de se extrair a clorofila do capim, afinal, este será o diferencial do
nosso projeto, utilizar um material natural, barato e renovável para captar a energia
do sol.
Esperamos colocar "mãos à obra"
nesta próxima semana e dar um importante passo para o trabalho. Em breve
postaremos as novidades.
Agradecemos a visita!
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